Musicoterapia na doença de Alzheimer

Porque a Musicoterapia?

Depoimentos:

A esposa de um homem com demência grave, disse: “Quando fui encorajada por um musicoterapeuta para cantar para meu marido, que havia se perdido no nevoeiro da doença de Alzheimer por muitos anos, ele olhou para mim e parecia me reconhecer. No seu último dia de vida, ele abriu os olhos e olhou nos meus, quando eu cantava seu hino favorito. Eu sempre vou valorizar o último momento que nós compartilhamos juntos. A musicoterapia me deu esta lembrança, o presente que eu nunca me esquecerei. “
Dr. Oliver Sacks, em palestra intitulada “Sempre Jovens: Música e Envelhecimento” na Comissão Especial do Senado sobre Envelhecimento, afirmou: “O poder da música é muito marcante … vê-se pacientes Parkinsonianos incapazes de andar, mas capazes de dançar perfeitamente ou pacientes quase incapazes de falar, que são capazes de cantar muito bem … Eu acho que a musicoterapia e musicoterapeutas são cruciais e indispensáveis nas instituições para pessoas idosas e entre os pacientes com deficiência neurológica. ”
Um senhor nos estágios iniciais da demência progressiva, improvisando em um xilofone durante uma sessão de Musicoterapia para expressar seus sentimentos, em seguida declarou: “Eu não sei como alguém pode viver sem música. ”
Uma senhora de 93 anos, encaminhada para a musicoterapia após ser diagnosticada com depressão, disse: “Agora, não há necessidade de ser mal-humorada. Eu posso ter a minha música aqui comigo, e ouvi-la sempre que eu quiser sentir-me jovem. ”
Quando um casal dançaram juntos pela primeira vez, após cinco anos da demência do marido pela doença de Alzheimer, a esposa disse: “Obrigada por nos ajudar a dançar. É a primeira vez em três anos que meu marido me segurou em seus braços. Com lágrimas nos olhos, ela disse que tinha saudades dele envolvê-la, e que a Musicoterapia tinha tornado isso possível.”

Trechos extraídos da compilação de pesquisas para o Journal of Music Therapy, publicado no site AMTA – American Music Therapy Association Inc.

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